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28.9.09
Blue
Ela ainda estava fria e sem chão. Sentia que era hora de recomeçar, mas não tinha como recomeçar. A vida não era um jogo que se pode recomeçar quando chega mais um participante (ou saia, como no caso), nem um filme, que se começa de onde parou. Não se tinha mais os mesmo elementos. Não estava mais tudo ali.
Sabia que não poderia ficar horas deitada no chão, morta, com a cara inchada de tanto chorar. Sabia que não estava sozinha, que os outros a sua volta esperavam por ela. Mas a sala agora estava mais vazia... nunca mais seria preenchida com aquela voz, aquele entoar, risadas e histórias.
Ele não estaria no dia do seu casamento... no nascimento do seu primeiro filho... Não iria mais brindar mais um churrasco de fim de semana ou uma nova descoberta de sua última campanha.
Ela não poderia mais fazer traquinagem, e ser ameaçada por ele com um passarinho.
Eles não iriam rir mais juntos, nem ficar calados por algum pesar da vida.
O coração se apequenava e ela chovara mais a cada lembrança tinha, que deixaria de ter (não por esquecimento, mas por não mais poder produzir).
E assim se foi, por dias... horas... pelo tempo necessário, até sentir que seu coração parara de sangrar.
O meu ainda sangra... vovô se foi.
Meu avô e meu padrinho.
O enterro será hoje as 17h.
Não tive coragem de ir... prefiro ficar com a imagem dele dizendo "A vida é boa alegre".
A merda é culpa de
Laura N.
E quem se atreve a dizer o contrário?
8.9.09
Sinceridade e Ódio
A sinceridade encanta e conquista, mas o caminho da verdade é impraticável. Com o tempo acumulam-se as mágoas e tudo muda. Antes que perceba, por amor, estará mentindo.
A merda é culpa de
Raphael B.
E quem se atreve a dizer o contrário?
26.7.09
Felicidade...
com um doce sabor de tristeza...
A felicidade por si só é como um excelente vinho que perde todo seu gosto caso não haja uma linda mulher na qual possamos repousar os olhos enquanto o saboreamos.
O vinho apenas nos prepara enquanto na verdade nos deliciamos em meio a todos os desejos que estamos prestes a realizar. Ficar triste enquanto somos felizes é um luxo; ao qual irei me dedicar essa noite...
A merda é culpa de
Raphael B.
E quem se atreve a dizer o contrário?
30.3.09
Decepção
O mundo deveria ser um só. As pessoas não deveriam sofrer.
Sou uma pessoa tão limitada que minhas palavras banalizam meus sonhos. Não me orgulho do que sou, não me orgulho de muito do que eu fiz, mas existe algo de bom em mim e eu gostaria de passar isso para as outras pessoas.
A merda é culpa de
Raphael B.
E quem se atreve a dizer o contrário?
24.2.09
O mundo é um lugar maravilhoso...
Não importa quantas vezes você fracasse, sempre haverá outra chance de acertar as coisas.
Isso é lindo... me emociona, sério. E não pensem que estou feliz ou bêbado, essa conclusão é o resultado de minhas mais depressivas reflexões. Tão depressivas que não irei citá-las, fiquem só com a beleza do resultado e deixem que o artista sofra as dores do processo.
A merda é culpa de
Raphael B.
E quem se atreve a dizer o contrário?
7.2.09
Words
Palavras. Mais de um ano que eu não coloco disso aqui. Alguns reclamaram, mas duvido sinceramente se eles sentiriam falta do que eu deixei de contar por cá. Mas deixa disso. As coisas são como estão, e não vai fazer exatamente nenhuma diferença discutir isso. Ponto final. Adoro pontos finais. Percebe-se.
Sim, eu posso escrever da minha (sempre) confusa vida (as)sentimental. Sim, eu posso escrever sobre o meu atual medo de escrever devido a notável perda criativa que quatro anos de direito imputaram a mim. Sim, eu posso ainda simplesmente dar um oi para deixá-los (Laura e Tacim) felizes. Sim, eu posso vir aqui dizer que duvido que este blog vá pra frente e que seria melhor largar ele aqui (como arquivo pras fotos/memórias antigas) e seguir a vida. Sim, eu posso falar que a despeito de tudo, ainda gosto disso aqui e pretendo mantê-lo, nem que seja de enfeite.
Sim, eu posso mas não quero. E Barack Obama que se vire com seu novo slogan. Eu quero só falar sobre reciclagem, reaproveitamento, salvar o mundo, essas coisas.
Por ser uma fonte natural de metano, usado historicamente como adubo orgânico, nós (Eu, Tacim, Laura e CH) decidimos também fazer nossa parte por um mundo diferente (slogan do FSM que merece uma visita ao CdoB para maiores esclarecimentos) e não mais jogaremos a bosta fora. Daqui um tempo (que não deve ser pouco, conhecendo o histórico dos escritores de ambos os blogs envolvidos) estrelará o Joga Bosta no Bolinha. Aguardem. =]
(E pô, somos 7! Se não conseguirmos a média de uma postagem por bimestre acho que certos estudantes de COMUNICAÇÃO social deveriam se aposentar.)
Estas são minhas palavras. E não, não entendi nada do novo acordo ortográfico. Enfim.
Why we always have so much held inside?
Why life won’t never change?
Oh, why we always go so far on the way
Where there´s nothing to say?
Bebel Gilberto – Words
A merda é culpa de
Rebeca C.
E quem se atreve a dizer o contrário?
11.1.09
Demônio
E se um dia ou uma noite um demônio se esgueirasse em tua mais solitária solidão e te dissesse: "Esta vida, assim como tu vives agora e como a viveste, terás de vivê-la ainda uma vez e ainda inúmeras vezes: e não haverá nela nada de novo, cada dor e cada prazer e cada pensamento e suspiro e tudo o que há de indivisivelmente pequeno e de grande em tua vida há de te retornar, e tudo na mesma ordem e sequência - e do mesmo modo esta aranha e este luar entre as árvores, e do mesmo modo este instante e eu próprio. A eterna ampulheta da existência será sempre virada outra vez - e tu com ela, poeirinha da poeira!". Não te lançarias ao chão e rangerias os dentes e amaldiçoarias o demônio que te falasses assim? Ou viveste alguma vez um instante descomunal, em que lhe responderías: "Tu és um deus e nunca ouvi nada mais divino!" Se esse pensamento adquirisse poder sobre ti, assim como tu és, ele te transformaria e talvez te triturasse: a pergunta diante de tudo e de cada coisa: "Quero isto ainda uma vez e inúmeras vezes?" pesaria como o mais pesado dos pesos sobre o teu agir! Ou, então, como terias de ficar de bem contigo e mesmo com a vida, para não desejar nada mais do que essa última, eterna confirmação e chancela?
Friedrich Nietzsche
E se um dia um demônio lhe dissesse: "esta vida, assim como tu vives agora e como a viveste, terás de vivê-la ainda uma vez e ainda inúmeras vezes: e não haverá nela nada de novo..." O que você faria?
A merda é culpa de
Raphael B.
E quem se atreve a dizer o contrário?
29.10.08
Ah! só uma coisinha...
Passei na prova de tráfego.
É... isso mesmo que vocês leram...
Tirei minha carteira nacional de habilitação categoria b.
c u i d a d o . . .
A merda é culpa de
Laura N.
E quem se atreve a dizer o contrário?
22.9.08
Uma conversa qualquer...
- vc acredita em céu e inferno?
- huum ruum...vc não!!?
- e vc acha que vai pro céu? -.o
- of course!! ¬¬
sou uma boa meninaaaaaa..
- e o que vc faz de bom?
- não seguiir pelo camiinho errado ja é um grande feitoo..rs
- não acho que seja..... não fazer nada é muito pouco..... como a própria palavra diz... é nada.
a essa hora há milhares de pessoas no mundo que estão sofrendo.... vítimas de terremotos, inundações e outras catástrofes.... milhares estão tendo por algum motivo suas vidas destruídas e prestes a colapsarem psicologicamente porque não têm ninguém que as ajudem...
enquanto vc está no conforto de casa... sem nem ao menos ligar pra isso...
- aii..mas...mas...
agooora fiquei mal.
- logo vc esquecerá e continuará vivendo.... muito poucas pessoas no mundo são realmente boas... e não basta se sentir mal é preciso fazer algo... "de boas inteções o inferno está cheio" ... e aposto que grande parte dessas pessoas boas tbém estão sofrendo.....
por isso eu acredito no céu.... preciso acreditar que haja um lugar melhor no qual essas pessoas irão após tanto sofrimento
- e vc acha q vai pra lá?
vc é bom?
- por enquanto não... mas queria muito encontrar uma forma de mudar isso...
A merda é culpa de
Raphael B.
E quem se atreve a dizer o contrário?
4.8.08
Apenas algo que eu gostaria de compartilhar....
Um dos meus maiores medos é ser esquecido, levar uma vida irrelevante do ponto de vista histórico. Hoje passou na televisão uma matéria sobre o chinês que ficou diante da coluna de tanques na Praça da Paz Celestial... isso me emocionou, como alguém pode simplesmente virar história desse jeito?
Não tenho ambições de realizar nenhum feito dessa magnitude mas queria de alguma forma ser responsável por algo assim.... nem que o feito seja realizado por um neto, bisneto. Me basta alguém do qual eu possa tirar parte do crédito mesmo já estando morto...
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Relevância dos Desejos Infantis [tornando isso um post duplo]
Qual a relevância dos desejos infantis???? Hoje ouvi no rádio uma propaganda do Holiday on Ice, quando eu era criança não sei por que se nunca gostei de patinação no gelo e nem do Mickey pedi para meus pais que me levassem no Holiday on Ice... sinceramente hoje em dia nem lembro de nada do show, só que vendiam nas arquibancadas do ginásio aquelas cobrinhas de luz florescente (comuns nas baladas) que meu pai comprou muito a contra gosto dizendo que elas não duravam nada. Dito e feito antes mesmo do show acabar a minha já havia se apagado, essas cobrinhas de luz roubaram toda a minha atenção do espetáculo.
Em um outro episódio convenci meu pai a ir num show do Iron Maiden comigo, sou tão fã hoje que precisei ir no Google para confirmar o nome da banda... e foi num dia de chuva , a certa altura do show olhei para o meu pai e ele estava tremendo de frio. Eu ficaria até o final, mas depois disso falei para ele que já era tarde e que podíamos ir embora pra casa... mês que vem completará dois anos que não vejo mais meu próprio pai...
Isso foram apenas dois exemplos, como essas coisas podem influenciar na construção da minha personalidade? Se deixamos de lado ou simplesmente esquecemos de algo que foi importante para nós como poderíamos construir uma personalidade em cima disso???
A merda é culpa de
Raphael B.
E quem se atreve a dizer o contrário?
22.6.08
Santa Claus
A casa estava sempre cheia de música, mas dançar definitivamente não fora o dom dado por Deus para eles. Por fora, era exatamente como deveria ser, cada detalhe, do telhado às três árvores que cercavam a casa, e da janela o horizonte era de neve.
O interior estava sempre quente e aconchegante, com a lareira eternamente acesa. Ele fazia música enquanto ela se ocupava das miudezas da casa.
Não se via o sol... mas a sensação de noite e dia não desmerecia de todo o relógio de parede, mas não deixava de ser tão figurativo quanto o calendário de um único mês apenas, pois ali o tempo era o desde sempre.
A harmonia e felicidade da casa não consistiam apenas nela como um grande ninho, mas também com o respeito das ausências um do outro, de si ou ainda entre si.
Por vezes ele desaparecia, ficando em casa ou saindo dela. Ela pressentia e tinha certeza quando senti falta de um instrumento dele de trabalho ou alguma invenção prestes a ser ajustada, finalizada ou remodelada... permitia-se saber se ele estava em casa ou se havia saído. De resto aproveitava o tempo para si, cantando em tom que nunca teria coragem de cantar na frente dele, desvairando-se pela casa, cuidando de si, dos seus botões e demais detalhes.
Por vezes, ela se entregava à preguiça, tornando-se siamesa de Manfredo, o gato, e quando ele percebia, ria, ria sozinho, silencioso no canto dele ou corria para fazer carinho nela ou então fazer parte. Assim, a casa se enchia com a preguiça de três Manfredo.
O tempo fez deles silenciosos, não precisavam pronunciar palavras e ainda assim se falavam, falavam muito, cheios de sorrisos.
Ela se ausentava freqüentemente de si. Ele percebia e se renunciava do universo dela. Sentia-se vazia, escorando-se por onde quer que tivesse canto ou caindo oca e assim ficando perdida. Voltava como quem acaba de acordar, docemente ou de um pulo, como se tudo continuasse na mais perfeita ordem, sem intervalos em sua vida.
Mas, certo dia, ela voltou de um estado, e saiu correndo rumo à porta da casa, pela primeira vez ousou correr para além dos três pés de pinheiros que ladeavam a casa, para além do cansaço que a bruta neve causava. Seus gritos surdos chicoteavam o coração dele, ao ponto de fazer lágrimas tão ou mais dolorosas e silenciosas rolarem até encharcarem seu peito. Ela correu correu até chegar no final do horizonte, na borda da bola de vidro.
Não! não é uma referência ao Natal!!!!
No mais... vai no rumo do que eu queria escrever... quem sabe um dia eu consigo...
A merda é culpa de
Laura N.
E quem se atreve a dizer o contrário?
21.5.08
Poema a n-
Um novo projeto... ou apenas um apelo desesperado por inspiração...
Em algum dos comentário mencionei que sou bom apenas com títulos, por isso proponho a criação de um poema a muitas mãos. A inspiração é o mais importante e a meta: chegar ao fim. Então sintam-se à vontade para fazerem quaisquer alterações nos comentários prévios. Nada do que for dito aqui estará escrito em pedra, nem mesmo o título... vamos lá!!!
Flores de Chumbo
A merda é culpa de
Raphael B.
E quem se atreve a dizer o contrário?
29.4.08
Anh?!
Foi pensando na agonia que me dá quando o Jayme fica 1 mês sem postar e quando o Dahmer não coloca tirinha nova no Malvados que aqui estou. Mas duvido que alguém leia essas singelas palavras (emodificadas) com a mesma emoção. Ou não. De qualquer forma, algo me fez pensar sobre nossa necessidade por coisas novas. Mesmo pensar é tão "last week" que muita gente desistiu. Estou pensando em aderir esta moda. Mas "last week" é um termo já fora de moda.
Enfim, moral da história: buscar coisas novas sempre dá trabalho. E a preguiça me consome. Então vamos voltar a velhos hábitos. Tais como ouvir Legião, ver tirinhas antigasde Malvados e postar aqui. Faz bem. Só por hoje.
E nossa história não está
pelo avesso, assim, sem final feliz
teremos coisas bonitas pra contar
e até lá, vamos viver
temos muita ainda por fazer.
- Se eu cheirar este revólver, não terei como me matar depois.
- Pensando no futuro? Já é um bom começo...
E só. Agora vou fazer meu tour pela Justiça Federal - Seção Judiciária de Belém. Blé.
A merda é culpa de
Rebeca C.
E quem se atreve a dizer o contrário?
23.4.08
Sempre tenho dúvidas sobre se devo postar...
Tinha uma beleza de se colocar na parede.
O porte de um intocável.
O nome era forte, mas não agressivo,
isto ficava por conta dos olhos, mas só às vezes eles comiam homens e menininhos.
Não falava,
ou pouco abria a boca...
reclamava por vezes, de vez em quando, só para não perder a existência como tal.
Era mal-fadada, ou assim na realidade acreditava.
Distorcida.
Por vezes mal-educada, mas só ligeiramente.
Trepidamente, languidamente, seguia seu destino.
Inho.
Encontrando-se, amargurando-se, desdenhando-se.
Desdentou-se.
Morreu de velha.
Na boca do mundo.
mas deixo para me arrepender depois... não sou daqui msm.
A merda é culpa de
Laura N.
E quem se atreve a dizer o contrário?
2.4.08
Essa noite tive três sonhos legais... *-*
Na verdade foram mais .... mas só contarei três.... o.o’ *noite agitada*
Isso depois de ter feito o post anterior...e ter deitado 2:55 da madrugada...
No primeiro eu tava andando de noite na rua e iria começar uma briga de gangue.... só vi um carinha vindo na minha direção armado, como não sou bobo corri de volta por ande estava vindo e só vi uns outros caras com pedaço de pau indo pra cima de primeiro maluquinho. Era uma disputa para saber de “quem era” aquela rua, dei a volta e peguei a rua paralela pra fugir do confronto mas aí um dos maluquinhos pensou que eu era da gangue rival me perseguiu e me atacou com uma faca.....
Nós brigamos eu não consegui tirar a faca dele, mas pelo menos evitei que ele a colocasse na minha barriga... XD~ Aí veio um outro cara e me ajudou... desarmamos ele e depois eu o soquei até que ele não pudesse mais resistir... ù.u' *olha o que ele chama de sonho legal*
No segundo eu e um amigo éramos uma espécie de agentes secretos num futuro.... e estávamos no metro tudo hi-tech.... ai eu lutava contra uma gangue de gente perigosa do submundo ao mesmo tempo que tentava evitar que um vírus maligno se espalhasse pelo metrô.... e era um vírus bio-digital, vinha pelo ar mas afetava pessoas e máquinas... conseguimos brecar o vírus com um campo de contenção eletromagnético, mas apesar disso eu ainda não havia conseguido ligar o vírus a tal gangue que eu achava responsável por ele.... só que não demorou muito depois do vírus contido um Sefiroth hi-tech fundido com o vírus veio lutar comigo... Infelizmente o sonho terminou antes que a luta pudesse começar, mas com certeza eu sairia vencedor...u.u’
Agora o melhor e mais dramático de todos foi o terceiro...
Nesse eu era um ecoterrorista e estava começando a enlouquecer... eu não me conformava que o mundo tava sendo destruído e ficava muito irritado com tudo o que acontecia ao meu redor, qualquer tipo de comportamento cotidiano que de alguma forma prejudicava a natureza.... eu estava fora de mim próximo de um surto psicótico..... Foi quando eu comecei a olhar para as coisas e tudo se transformava, se recobria de uma natureza verdejante, mas eu sabia que aquilo não era assim e que eu estava ficando louco.... eu chorava falando pra minha mãe que estava enlouquecendo e ela tentava me acalmar.... mas minha mãe é péssima em acalmar as pessoas... ela chorava junto comigo...
Devido a forte carga emocional presente no sonho acabei acordando....
Vocês devem imaginar que eu sou louco mas essa noite eu sonhei também que fui no cinema ver desenhos da Disney e ou alguma outra desas animações, e que entrava no mundo do filme e virava o gato de botas... mas esse sonho eu omiti... u.u''
A merda é culpa de
Raphael B.
E quem se atreve a dizer o contrário?
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